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Campus realiza palestras no Dia da Consciência Negra

  • por Assessoria de Comunicação, com informações do Campus São José de Ribamar
  • publicado 05/12/2016 12h00
  • última modificação 06/12/2016 09h47

O Dia da Consciência Negra é celebrado no Brasil em 20 de novembro. Em 2003, no dia 9 de janeiro, a lei 10.639 incluiu o Dia Nacional da Consciência Negra no calendário escolar. Nesse sentido, o campus São José de Ribamar realizou uma ação que reflete no significado deste dia, principalmente no que tange à disciplina História e às demais Ciências Humanas. Os alunos ouviram e participaram de palestras, além de assistirem vídeos sobre a temática.

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A ação foi conjunta dos servidores administrativos e docentes do campus, coordenada pela professora de História Fabia Holanda de Brito, que comentou: “no momento atual, em que a intolerância, o racismo e violência contra comunidades negras e afrodescendentes estão em pauta nas vivências e discussões dos cidadãos, não poderíamos deixar de fazermos uma reflexão no que tange ao Dia da Consciência e a luta dos povos negros e descendentes e lembrar o multiculturalismo e miscigenação do nosso país”. O diretor em exercício, Anselmo Neto, parabenizou a ação dos servidores e a atenção e participação dos educandos. No turno vespertino, a professora Antônia, da disciplina de empreendedorismo, abordou o tema “O negro e o mercado de trabalho”. A professora abordou os desafios dos negros para ocuparem algumas posições no mercado de trabalho, dada a questão da seletividade e ainda do preconceito racial.

O professor Edvan Ferreira, da área de filosofia, discutiu com os alunos, o tema: Relações Étnico-Raciais no Brasil: a inserção do negro no sistema regular de ensino. De acordo com o professor, que recentemente discutiu elementos dessa temática em sua dissertação de mestrado, os negros, no Brasil, foram impedidos de acessar o sistema regular de ensino, o que implicou em inúmeros problemas e uma grande dívida social para com eles. Ele ainda chamou atenção para aspectos como a renda menor dos negros e tempo de escolaridade também menor, ainda sendo necessárias políticas públicas específicas para alcançarmos uma sociedade mais junta e inclusiva. A servidora Katia Regina, que está respondendo pela Diretoria de Ensino, destacou a necessidade e a importância das ações promovidas no campus junto aos alunos como essencial no processo de formação de cidadãos emancipados, capazes de transpor as visões preconceituosas ainda presentes em nossa sociedade.

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